Provedores e produtores apostam em adoção em massa da TV UHD 4K até 2020

A adoção em massa da TV UHD 4K deve se dar até 2020. É o que 96% das provedoras de serviços de vídeo e produtoras de conteúdo apontaram em uma pesquisa global da Irdeto com a SNL Kagan.

De acordo com o levantamento, provedores de serviços de vídeo, inclusive operadoras de TV paga e serviços over-the-top (OTT), bem como produtoras de conteúdo, acreditam que um dos fatores mais importantes para as operadoras implementarem a ultra high definition (UHD) 4K é a expectativa de que os consumidores pagarão mais por conteúdo Premium em UHD 4K. A Pesquisa Global do Setor de UHD 4K 2016 constatou que 64% das provedoras de serviços de vídeo e 73% das produtoras de conteúdo acreditam que os consumidores estão dispostos a pagar de 10% a 30% mais por suas assinaturas para ter acesso a conteúdo UHD 4K.

Do total de participantes, 88% disseram que lançarão conteúdo UHD 4K até 2020, sendo que 78% informaram que lançarão conteúdo até 2018, em vista das taxas previstas de adoção pelos consumidores. Além disso, 57% dos participantes indicaram que um fator comercial chave para o 4K é a retenção da titularidade da plataforma residencial. Embora os serviços de OTT estejam liderando a adoção de UHD 4K atualmente, esse resultado indica que as TVs 4K com set-top boxes de operadoras constituirão um forte segmento UHD 4K para as provedoras mais tradicionais de TV por assinatura. “Os OTTs já desempenham um papel importante na popularização do UHD 4K. Operadoras e programadoras precisam acelerar a adoção para manterem-se competitivas com esses serviços”, diz Gabriel Ricardo Hahmann, diretor de vendas da América Latina e do Caribe da Irdeto.

Conteúdo

A pesquisa constatou que, na opinião de 65% das provedoras de serviços de vídeo e produtoras de conteúdo, eventos esportivos ao vivo deverão tornar-se o conteúdo UHD 4K mais popular entre os consumidores. “Nos esportes, as operadoras e programadoras devem se destacar, pois têm o meio mais eficiente para a distribuição em 4K. A maioria das operadoras já lançaram canais 4K nos grandes eventos esportivos para mostrar a tecnologia e implementar a tecnologia de forma consistente até 2020”, diz o executivo.

Outro conteúdo que tem grande apelo são os filmes. O lançamento antecipado de filmes foi apontado por 59% dos participantes como fator importante para o consumo de conteúdo 4K. Segundo Hahmann, a antecipação de lançamentos, ou um encurtamento das janelas, só é possível porque o UHD 4K presume uma segurança maior sobre o conteúdo. “O UHD não é só a questão da definição, luminosidade e mapa de cores. Implica mais tecnologias de proteção. As especificações da Proteção Aprimorada de Conteúdo da MovieLabs, por exemplo, já requisitam proteção em hardware. É necessário um ecossistema que permite o rastreamento do conteúdo e até da pirataria. A antecipação de janelas está relacionada a essa proteção”, explica. Segundo o executivo, na migração para o conteúdo em HD não houve a inclusão de novos requisitos de segurança, o que acabou sendo desastroso. Para ele, o UHD passa a ser um diferencial para a indústria legítima em relação à pirataria, mas não dá para seguir com o mesmo erro cometido no passado.

O efeito dessa exigência por maior proteção por parte dos detentores dos conteúdos é que as operadoras deverão provar que as tecnologias que têm disponíveis atendem esses requisitos. “A maioria dos set-top boxes já tem um chipset seguro, com proteção em hardware, mas o padrão pede investimento no dispositivos do usuário, em tablets Android e iOS, por exemplo”, explica.

Além das tecnologias que permitem que a distribuição do conteúdo por parte de um usuário seja rastreável, é necessário, é necessário contratar um serviço para varrer a Internet constantemente para rastrear a pirataria.

Dispositivos

Ainda de acordo com a pesquisa, com respeito aos aparelhos que impulsionarão a adoção de conteúdo 4K, 70% das provedoras de serviços de vídeo e produtoras de conteúdo dizem que TVs 4K/conectadas serão os aparelhos mais importantes. Contudo, os recursos dos aparelhos e a largura de banda disponível para o fornecimento de conteúdo UHD 4K são duas grandes preocupações para os participantes. Na opinião de 61% dos participantes, a largura de banda disponível terá um impacto potencialmente alto no sucesso do lançamento de conteúdo UHD 4K.

Fonte: Tela Viva

Nova versão do sistema operacional da URSA Mini

Atualização traz uma interface totalmente remodelada para fácil configuração e operação

A Blackmagic Design anuncia a disponibilidade ao mercado do Blackmagic Camera 4.0 Public Beta, uma nova versão para o sistema operacional da URSA Mini.

Desde que foi anunciado na NAB deste ano, os engenheiros da fabricante estiveram trabalhando próximos à cineastas e diretores de fotografia para desenvolver um novo sistema operacional para o modelo. Segundo o comunicado à imprensa, a atualização oferece “uma interface que revoluciona a maneira de como os usuários interagem com o equipamento e utilizam câmeras digitais”.

A versão beta do novo sistema substitui os menus multiníveis e milhares de botões, por uma interface elegante, projetada para colocar as funções mais importantes e frequentemente utilizadas na ponta dos dedos do operador. Por exemplo, o novo “heads up display” reduz dramaticamente o número de menus e submenus que era preciso para encontrar comandos e configurações específicas.

Isso significa que usuários podem agora, rapidamente, modificar funções como ISO, white balance, shutter angle, iris, frame rate, frame guides, entre outros, sem ter que navegar entre diversos menus.

Os usuários ainda podem alternar rapidamente e voltar atrás entre configurações diferentes, permitindo que tentem diferentes combinações em tempo real. Podem também salvar e carregar presets para diferentes situações de filmagem e salvá-los num cartão para utilizá-los em outras câmeras.

Além disso, a nova versão oferece balanço de branco padrão e opções de presets, juntamente com as configurações de controle de tonalidade. Os usuários também terão uma precisa seleção do shutter angle, incluindo um largo teclado de fácil utilização na tela para entradas rápidas de configurações. Ao inserir o ângulo do obturador, o novo sistema operacional oferecerá sugestões de ângulo “flicker free” para auxiliar o operador de câmera. Essas sugestões são automaticamente calculadas baseadas no frame rate e sistema elétrico (50Hz ou 60Hz).

Ferramentas de exposição “false color” foram adicionadas para facilitar a definição correta de exposição. Quando a ferramenta é utilizada, intervalos específicos de luminância da imagem mostrarão uma sobreposição de cores. Por exemplo, verde indicando o cinza neutro, enquanto tons de rosa são boas referências para a pele. O recurso auxilia o operador de câmera a manter a consistência de tomada a tomada, e economiza tempo na pós-produção para correção de cores e finalização.

Os usuários agora podem ajustar a cor para camadas sobrepostas de “focus assist”, ou podem escolher usar as tradicionais ferramentas “focus peaking” que destacam áreas de uma imagem mais nítidas.

Para inserir os metadados nas câmeras, o novo sistema operacional oferece uma nova página “slate” que pode ser acessada facilmente tocando do lado esquerdo ou direito da tela. Isso trará um “slate” para ambas as tomadas e de todo o projeto. Além disso, a inserção é simplificada pelo uso de sugestões de entrada preditiva, com um dicionário pré-carregado com os termos mais comuns para que as informações possam ser aplicadas a tags com um simples toque. Por exemplo, se o usuário parar e continuar uma gravação, o take será automaticamente incrementado. Se aumentar o número de cenas, o shot e o take serão redefinidos automaticamente para 1.

Além disso, os metadados de lentes eletrônicas são automaticamente lidos ou podem ser inseridos manualmente, junto com informações específicas de produção e informações técnicas. Todos os metadados serão salvos com os arquivos e podem ser utilizados por software como o DaVinci Resolve para edição e correção de cores.

Para simplificar ainda mais a configuração e utilização da câmera, todas as outras configurações estão localizadas em cinco guias de fácil acesso: Record, Monitor, Audio, Setup, Presets e LUTS. A aba Record deixa o usuário rapidamente selecionar codecs, qualidade e resolução, ao mesmo tempo que configura o dynamic range, frame rates, sensor windowing e outros aspectos.

A aba Monitor, por sua vez, permite que os usuários decidam o que é mostrado no LCD principal, e qual é a saída na parte frontal e SDI principal. Isso pode incluir qualquer configuração de feeds limpos até feeds com LUTs, frame guides, entre outros. Os usuários também podem enviar diferentes status de texto para a fotografia ou o diretor por diferentes saídas conforme necessário. O novo sistema também adiciona um recurso de correção de distorção de lentes anamórficas 1,33x e 2.x para monitoramento.

Com a aba Audio, os usuários podem ter acesso rápido às configurações de níveis de áudio e realizar todo o controle de entrada, como níveis para o microfone interno, speaker e volume de headphone e filtro low cut, por exemplo.

A nova aba de configuração (setup) fornece acesso às configurações básicas da câmera, bem como a capacidade de personalizar e programar os botões físicos externos F1 e F2 na câmera. Botões de funções podem disparar presets, ser utilizados como botões cima/baixo ou escolher característica específica on e off. Além disso, o novo sistema pode ter até seis predefinições carregadas, que podem ser carregadas, salvas, exportadas e importadas da aba de Presets.

Na aba LUTS, por fim, o usuário poderá importar, exportar, gerenciar e deletar 3D LUTs. O LUTs pode ser atribuído e mostrado no LCD ou frente e saídas principais SDI, independentemente.

Além de todas as melhorias para a URSA Mini, o sistema também aumenta a performance do Blackmagic URSA Viewfinder. Os usuários terão uma melhoria na colorimetria, com um aumento da sensitividade do sensor de proximidade e configurações timeout.

Além disso, o Blackmagic URSA Viewfinder agora suporta o novo sistema de controle URSA Mini de metadados, novos frame guides, safe areas, grids e itens de menu para configurações de sobreposição.

Fonte: Panorama Audiovisual

Nova lente Canon é a primeira da marca com zoom silencioso para vídeos

Lentes possuem motor interno para dar zoom em silêncio durante gravação de vídeo

A Canon está trazendo para o Brasil seu novo modelo de lente com zoom silencioso para vídeos. A EF 24-105mm f/3.5-5.6 IS STM foi projetada para atender fotógrafos amadores e profissionais, sendo a primeira da marca a oferecer sensor full frame com motor de foco automático que altera distância durante gravações sem barulho.

A lente pode ser usada tanto como grande-angular como retrato, para objetos próximos. O acessório também é equipado com um estabilizador óptico de imagem com quatro pontos diferentes de correção para a velocidade do obturador, combinando duas lentes asféricas e uma UD para melhorar a qualidade de fotos e vídeos.

O novo modelo da Canon possui um CPU interno de alta velocidade que usa um algoritmo aprimorado para aumentar a velocidade de AF. Por fora, o acessório traz um design compacto, agrupando as lentes de forma a não perder desempenho, com sete lâminas de abertura circular que melhorar o equilíbrio de cores e minimizam efeitos indesejados como ghosting e flares.

A lente possui abertura focal de 24-105 mm, abertura máxima de 1:3.5-5.6, visão angular entre 84º e 23º20′, sistema de foco interno, distância de foco máximo de 0,4 m e filtro de 77 mm. Ela mede aproximadamente 83,4 x 104 mm, pesando 525 g.

I-Movix anuncia versão wireless do X10 UHD

Sistema será exibido pela primeira vez no IBC 2016, juntamente com o Infinite

A I-Movix anunciou uma nova versão do seu sistema de ultra slowmotion com capacidades de operar em modo sem fio, o X10 UHD RF. A nova proposta permite a comunicação com equipamentos RF padrões do mercado para oferecer imagens até Full HD 1080p em modo de ultra câmera lenta (1975 fps) em produções esportivas.

Com um tamanho leve e de fácil operação, o X10 UHD RF está disponível com uma variedade de soluções wireless, como o Vislink Gigawave ClipOn4, o Vislink Link L1700 e o Cobham para permitir dois modos de operação: com controle realizado remotamente diretamente da unidade móvel ou com o controle local em modo autônomo quando o canal de dados não estiver disponível na UM. No segundo caso, um cameraman precisa estar operando a câmera por si mesmo e enviar os replays de video para a UM através da conexão sem fio de vídeo.

O novo dispositivo será destaque da empresa no IBC 2016, juntamente com o seu inovador Infinite. Lançado no NAB deste ano, o dispositivo é o primeiro sistema a oferecer gravação de loop contínua on-board de mais de uma hora em altas taxas de frame (500fps) e em HD sem a necessidade de ativação do ultra slowmotion – e sem compensação ou interpolação – para oferecer câmera lenta de 16 a 20 vezes a velocidade real.

Baseado na câmera Phantom Flex4K da Vision Research e na plataforma X10 da I-Movix, o Infinite pode operar em uma variedade de modos para atender às mais diversas necessidades, tanto técnicas como financeiras Nesta edição do IBC, a empresa também mostrará a possibilidade de utilizar a câmera Phantom v642 como base do sistema para oferece um ultra slow motion de 2560 fps em qualidade Full HD 1080p.

GoPro lança sua proposta para realidade virtual

Chamado de Omni, o ecossistema integra soluções para criação, gestão e entrega de conteúdo em 360º

A GoPro anuncia a disponibilidade da sua proposta para criação de vídeos em realidade virtual, o Omni. Muito mais do que um simples rig de câmeras, o Omni é uma proposta de ecossistema, composto de hardware e software, para permitir que criadores de conteúdo capturem e publiquem conteúdo de maneira muito mais rápida e com alta qualidade.

Na ponta inicial da cadeia, está a unidade de captura: um rig de seis câmeras Hero4 Black, com um mecanismo de sincronização automático por pixel que permite que o conjunto aja como uma única câmera. Basta definir a câmera primária, fazer os ajustes necessários nela e todas as restantes irão se alinhar no mesmo modo.

O dispositivo também incorpora recursos para permitir que o usuário se foque nos aspectos criativos ao permitir a gravação apenas quando todos os sistemas estão alinhados e todos os cartões SD estão funcionando, evitando que gravações completas sejam perdidas por uma falha técnica.

Com uma construção de alumínio robusto, o Omni possui um design modular e versátil para melhorar a dissipação de calor e permitir que as peças sejam trocadas caso haja algum defeito. Com um pack externo de bateria incluso na versão completa do sistema, o kit ainda permite que o usuário retire as baterias das câmeras Hero4 Black para diminuir ainda mais a geração de calor.

Para facilitar a transferência de arquivos e gerenciamento do conteúdo, o rig oferece metadados específicos para que, quando os cartões SDs forem conectado ao hub USB, eles possam ser reconhecidos e organizados de maneira automática em um sistema de armazenamento nativo.

Omni Importer

Para lidar com as diversas gravações, o ecossistema oferece o Omni Importer, um recurso incluído de forma gratuita no software Autopano Video (AVP) 2.5 para fazer a importação e o stiching automático do conteúdo.

Funcionando apenas com vídeos capturados pelo rig da GoPro, o Importer permite que o usuário pré-visualize o conteúdo gravado em baixa resolução e o exporte em resoluções desde 2K até 8K. Além disso, para acelerar o processo de preparação do material, é possível selecionar apenas algumas partes da filmagem para a renderização.

O profissional também pode renomear os arquivos diretamente na interface do Importer, realizar correção de cor em três níveis (baixo , médio e alto) e habilitar/desabiltiar a estabilização de imagem óptica.

Com o Importer realizando de 90 a 100% do trabalho de stitching, é possível se focar mais nos aspectos criativos da produção, utilizando os diversos plugins de editores não-lineares para, inclusive, visualizar o conteúdo com um óculos de realidade virtual, como o Oculus Rift.

Outro recurso interessante é o plugin chamado “reframe”. A partir dele, o usuário pode criar um vídeo em 2D utilizando o conteúdo capturado em 360º e acompanhando a ação conforme o diretor queira.

Player específico

Para completar o ecossistema, a GoPro também está lançando um player gratuito específico para vídeos em realidade virtual. Disponível na plataforma https://vr.gopro.com e no aplicativo da GoPro para dispositivos móveis, o player é otimizado para conteúdo em 360º e oferece o recurso conhecido como “Little Planet”. Veja no vídeo abaixo: basta afastar a imagem, reduzindo ao máximo o seu tamanho e apontar para baixo.

Fonte: Panorama Audiovisual

Câmera suspensa desaba no parque olímpico e deixa feridos

Rompimento da estrutura que desloca câmera robótica por mais de 2 quilômetros atingiu duas pessoas na tarde de ontem.

Responsável por algumas das mais belas imagens geradas pela Olympic Broadcasting Service (OBS), empresa ligada ao Comitê Olímpico Internacional (COI), as câmeras suspensas por cabos estão distribuídas por áreas de competição e no parque olímpico. Com 2,2 quilômetros de extensão e interligando torres com 100 metros de altura, o sistema que desabou hoje é fabricado pela empresa austríaca Camcat-Systems.

A CamCat é parceira da OBS desde 2004, no Jogos de Atenas, e tem mais de 40 sistemas instalados pelo mundo, conforme indica o seu site. Há uma estrutura semelhante instalada sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas, no percurso das provas de Remo.

Imagens transmitidas pela TV Globo indicam que não há feridos graves, mas ainda não estão disponíveis informações oficiais. A OBS ainda não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Panorama Audiovisual

América Móvil investe no Wi-Fi para suporte à rede móvel nos Jogos Olímpicos

Como esperado, é grande o volume de tráfego de dados nas redes móveis durante os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Segundo dados divulgados pela Anatel nesta semana, somente durante a cerimônia de abertura houve um total de 1,4 Tb trafegado. A tendência é corroborada pela América Móvil Brasil, patrocinadora oficial dos serviços de telecomunicações do evento esportivo. Até por isso, a companhia investiu na infraestrutura de Wi-Fi para dar suporte à rede móvel, com acessos gratuitos até para quem não é cliente da Claro, Embratel ou Net em determinadas localidades.

A rede Wi-Fi da companhia conta com oito mil hotspots com as tecnologias 802.11 n e ac (de agregação de portadora, que permite maior capacidade), utilizando a mesma tecnologia presente no Super Bowl, a final do futebol norte-americano. Segundo conta o diretor de marketing para o mercado residencial e combos da América Móvil, Márcio Carvalho, a conexão tem tido bom desempenho. Tanto que a torcida nas arenas e locais de competição acompanha por streaming outras modalidades ou jogos. “O Wi-Fi é sempre de alto risco, já que é espectro não licenciado e pode ter qualquer coisa (interferindo), mas eu tenho acompanhado direto, na transmissão, e a gente tem visto pessoas se conectando nessas redes para assistir outros jogos”, comemora.

Carvalho afirma que, por conta das características de eventos simultâneos na Olimpíadas, o consumo de vídeos em dispositivos móveis nas arenas tem potencial maior. “Exatamente porque cada pessoa está pegando streaming de até 5 Mbps, então é mais capacidade”, diz, explicando que a empresa precisou trabalhar para fazer dimensionamento da rede, com a cobertura móvel e Wi-Fi.

A infraestrutura Wi-Fi amplia ainda a cobertura de rede móvel, que foi contou com 97 novas estações radiobase 3G e 4G para o evento. Toda a gestão de rede está ocorrendo no centro operacional de tecnologia (TOC) com cerca de 3 mil profissionais da empresa, sendo metade de forma dedicada. A Claro utiliza a faixa de 2,5 GHz para o LTE, mas, segundo Márcio Carvalho, não há problema com os atletas estrangeiros. “O tráfego de roaming está bem intenso.”

Ao final do evento, a América Móvil deverá liberar um balanço do tráfego durante o período. Carvalho antecipa, entretanto, que os resultados são positivos para a operadora. “Realmente a demanda está muito forte, com audiência dos canais (de TV) subindo, a demanda por rede e conectividade também, mas estamos conseguindo atender tudo e deixando o pessoal feliz”, conta.   Ele confirma que a cerimônia de abertura apresentou pico do tráfego (e a reprise atualmente está entre os 100 conteúdos mais vistos no vídeo on-demand do Now, da Net), mas a soma dos eventos acaba sendo forte também. “Está realmente funcionando, não vimos absolutamente nada (de reclamação), a piscina ficou verde, mas em telecom não ocorreu nada”, brinca, comparando com o problema no parque aquático onde ocorrem provas de saltos ornamentais.

Sinal gratuito

Torcedores presentes no Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos podem ter acesso à conectividade Wi-Fi da Claro, Embratel e Net de graça por até 4 horas, segundo informou a empresa nesta sexta-feira, 12. Os pontos de acesso nos principais parques de competição terão hotspots das empresas do grupo América Móvil Brasil, que dá acesso liberado após preenchimento de cadastro no site (são solicitados dados como nome e documento de identificação). A rede gratuita tem o nome (SSID) de #Free-NETClaro.

Dentro das arenas e em alguns pontos estratégicos da cidade haverá a possibilidade ainda do acesso por meio da rede #NET-WIFI. Ele será oferecido de graça por até 30 minutos, mediante cadastro, para qualquer usuário. Há a possibilidade de contratação de pacotes adicionais por R$ 4,90 com pagamento via cartão de crédito.

A empresa fornece ainda a conectividade na nova Linha 4 de metrô na capital fluminense. As empresas disponibilizam o acesso por meio dos SSIDs #NET-WIFI e #CLARO-WI-FI para clientes da Net e Claro durante toda a extensão do metrô. Márcio Carvalho explica que o sinal é mais forte nas estações, “até pela infraestrutura disponível”, mas que “está funcionando bem”.

As redes estarão disponíveis também em arenas e outros pontos da cidade. Para clientes da Claro com smartphones compatíveis com a tecnologia de login EAP-SIM, a conexão é feita automaticamente. Para cliente da banda larga da Net, é necessário usar login e senha já cadastrados no site da operadora, no serviço “Minha Net”. Caso ainda não tenha, o usuário da empresa poderá realizar o cadastro na hora, tendo em mãos dados da assinatura, como código do contrato da Net e CPF do titular.

Fonte: Tela Viva

Teradek destacará os Bolt 3000 e 1000 no IBC 2016

Novos sistemas de transmissão sem fio permitem operar na faixa dos 20 MHz com capacidade de trabalhar em resolução 1080p60

Fruto de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento de dois anos, a Teradek anunciou que apresentará no IBC 2016 dois novos sistemas de transmissão sem fio, o Bolt 1000 e o 3000, que prometem oferecer zero de latência para transmissões até Full HD 1080p60.

Muito parecidos nas suas configurações, ambos os transmissores oferecem conectividade 3G-SDI e HDMI em um chassi totalmente remodelado, reduzindo seu tamanho e peso em aproximadamente 20% e com placas coloridas desacopláveis para facilitar na identificação dos dispositivos pareados. São 11 canais na faixa dos 40 MHz com seleção manual de frequência, permitindo que cada transmissor se conecte com quatro receptores diferentes.

Com funcionalidade de reconexão automática em caso de falha de rede, suporte à metadados, timecode e 3D LUT, o sistema também incorpora a tecnologia USB 3.0 GRAB Engine no receptor, permitindo que ele seja conectado diretamente à um computador para gravação.

Além disso, o modelo Bolt 3000 possibilita trabalhar com 24 canais na faixa dos 20 MHz, para que mais sistemas wireless funcionem ao mesmo tempo em um mesmo local. O novo top de linha também pode operar com dois canais DFS (seleção de frequência dinâmica), permitindo a transmissão de vídeo sem interferência.

Para mais informações, acesse o site da Teradek clicando aqui.

Cinema 4D R18: melhorias no fluxo de trabalho para efeitos especiais

A Maxon apresentou recentemente no Siggraph 2016, na Califórnia (EUA), algumas das novidades da versão 18 do Cinema 4D, que está cotado para ser lançado ao mercado em setembro.

O Cinema 4D R18 possui novas ferramentas facilmente acessíveis que se adaptam às necessidades dos profissionais de criação e ajuda a superar os desafios da produção profissional para televisão, filmes, jogos, arquitetura, publicidade e design.

Entre as novidades, destaca-se o Voronoi Fracture Object, um recurso nativo para o kit de ferramentas MoGraph que trabalha facilmente com o Dynamics, permitindo que os usuários derrubem paredes e criem geometrias proceduais artísticas usando objetos poligonais ou spline para definir a forma fraturada.

Agora, os usuários também podem desenhar linhas de corte através do modelo 3D e ajustá-lo utilizando um preview interativo. Assim, pode fixar as novas bordas ou dividi-las baseadas no corte. As ferramentas de faca interativa estão disponíveis como comandos separados para o acesso fácil ao modo desejado via atalho ou pelo Commander.

Outra novidade é a nova versão do Object Motion Tracking, dando acesso à novos fluxos de trabalho de visualização e efeitos dinâmicos, com ferramentas expandidas e integração das produções com o Cinema 4D em filmagens do mundo real.

Também houveram melhorias nas capacidades de renderização para a criação de superfícies iridescentes, como bolhas e manchas de óleo, para capturar sombras de maneira mais eficiente, com Parallax Mapping e aperfeiçoamento dos efeitos de colisão, além da possibilidade de criação de mascará para bordas desgastadas utilizando oclusão de ambiente inversa.

Por fim, a empresa informa que agora é possível fazer o download de Allegorithmic Substances compiladas e utilizá-las para as superfícies dos objetos do Cinema 4D. Essa implementação oferece um fluxo de trabalho flexível, além de opções para realizar cachê das substâncias no disco para um melhor rendimento.

“A Maxon continua a ampliar seu legado de 30 anos ao dar mais poder aos nossos clientes com uma performance sem precedentes e acessibilidade para fluxos de trabalho de design mais simples e fáceis”, diz Harald Egel, CEO e parceiro de gestão da Maxon. “O Cinema 4D Release 18 traz essa abordagem com poderosas novas ferramentas e refinamentos para que os profissionais criativos possam lidar com sucesso com qualquer demanda nos ambientes de motion graphics, efeitos especiais e visualização”.

Fonte: Panorama Audiovisual

Conheça os tipos de lentes para câmeras DSLR

A pergunta que permeia a mente daqueles que compram sua primeira câmera DSLR, na maioria, envolve qual o primeiro tipo de lente que deve ser comprada. Apesar de muitas câmeras digitais já possuírem modelos que compõem seus kits, a ânsia em comprar sua primeira lente é inevitável para fotógrafos de primeira viagem.

Abaixo você confere um pequeno guia sobre os tipos de lentes, suas funcionalidades e indicação de uso.

Lentes Prime ou Foco Fixo

As principais características deste tipo de lente são a qualidade, leveza e preço. Por não possuírem zoom, as lentes prime resultam em imagens com qualidade superior, ou seja, com menos distorção na imagem. Outro fator que influencia na qualidade das fotografias são as aberturas das lentes, no caso da prime podem atingir níveis superiores a f/2.8, o que torna este tipo de lente ideal para ambientes fechados e retratos.

CANON EF 50MM F/1.4 USM (Foto: Reprodução)
Lente Canon EF 50mm F/1.4 USM

Favorita dos fotógrafos, a Lente 50mm indicada para quem deseja adquirir uma lente prime.
techtudo-lente-prime-f1-4-Ozw3l-FlickrFotografia com lente prime tem abertura que varia entre: f1 e 4

Lentes Zoom

Nikon 18-200mm VR (Foto: Divulgação)
Lente Nikon 18-200mm DX VR

Como o próprio nome diz, a lente zoom são indicadas para aqueles que não querem (ou não conseguem) chegar tão perto do conteúdo central da fotografia.

Usadas para fotografar vida animal, esportes ou paparazzi, as lentes zoom são pesadas e muitas vezes exigem o uso de um monopé como suporte.

Outro fator que deve ser observados nas fotografias com lente zoom é a velocidade do obturador. Por serem compridas, estas lentes exigem uma velocidade elevada ou suas fotos sairão tremidas.

Apesar de mais serem mais caras, quando optar pela compra de uma lente deste modelo, vale considerar aquelas que possuem estabilizador interno.

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Lente zoom da Nikon varia entre 18 e 200mm (Foto: Victor Vasques).

Lentes Grande angular

As lentes grande angulares são ideais para fotografar em ambientes pequenos ou criar imagens em que você precisa de mais cena. Há muita variedade de lentes grande angulares no mercado. As fabricantes (Nikon, Canon, Sony) colocaram no mercado lentes que variam entre 28mm e 50mm.

Nikon 28mm (Foto: Divulgação)
Lente Nikon 28mm

Olho de peixe

Outra lente bem específica e de grande ângulo é a olho de peixe (fisheye), indicada para situações determinadas em que se quer um toque mais artístico.

Nikon AF DX Fisheye-Nikkor 10.5mm f/2.8G ED  (Foto: Divulgação)
Lente Nikon AF DX Fisheye-Nikkor 10.5mm f/2.8G ED

Essas lentes conseguem registrar tudo em um raio de 180 graus.

São voltadas para fotografias de arte, por causa do efeito arrendondado que provoca na foto.

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Fotografia feita com uma lente fisheye (Foto: Victor Vasques).

Lente macro

Existem diversas formas de produzir uma fotografia macro, entre elas diversos suportes e funcionalidades integradas em outros tipos de lentes para câmeras, mas apenas aquelas com formato macro “legítimas”(ou seja, com proporção 1:1) podem criar closes com qualidade e nitidez de um trabalho profissional.

Canon EF-S 60mm f/2.8 Macro USM Digital (Foto: Divulgação)
Lente Canon EF-S 60mm f2.8 Macro USM

Indicadas para fotografar objetos pequenos, as lentes macros são de foco fixo e variam entre 40mm e 200mm, dependendo da marca fabricante.

Se o objetivo é produzir fotos como a da imagem abaixo, vale a pena investir em uma lente macro de qualidade, como a Lente Canon EF-S 60mm Macro ou a Lente Nikon 55mm.  .

techtudo-lente-macro-Konstantin-Sutyagin-Flickr
Imagem feita com lente macro, específica para capturar motivos a 1cm de distância

Fonte: Techtudo


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