SET-NORDESTE-SEMINÁRIO

SET Nordeste lança campanha de desligamento da TV analógica

O primeiro evento dentro do SET Nordeste 2017, que acontece em Fortaleza (CE), nos dias 17 e 18 de junho, será o lançamento da campanha de comunicação do desligamento da TV analógica na região.

Na manhã do dia 17, o engenheiro da ABERT, André Cintra, e representantes da Associação Cearense de Rádio e Televisão (Acert) e da Seja Digital, empresa responsável pela digitalização da TV no Brasil, apresentarão o cronograma do fim das transmissões analógicas e os preparativos pelas emissoras para a chegada do sinal digital.

À tarde, a TV digital e o remanejamento de canais previstos no edital de venda da faixa de 700 MHz serão tema do painel que terá como palestrantes a gerente de Tecnologia de Transmissão da TV Globo em Recife, Carolina Duca, o especialista em Estratégia e Regulatório da TV Globo, Luiz Fausto, e um representante da EAD/Seja Digital.

Haverá ainda painéis sobre empreendedorismo e inovação e sobre os serviços de satélites no Brasil.

No dia 18, o SET Nordeste apresenta um painel sobre o Mosaico, sistema da Anatel que tem como objetivo automatizar o processo que trata das solicitações de inclusão de canais e licenciamento de estações de radiodifusão. A ferramenta será apresentada pelo gerente de Espectro, Órbita e Radiodifusão, Yroá Robledo Ferreira, e pelo coordenador de Processo, Martin Jales Hon, ambos da Anatel.

A migração do rádio AM para o FM e as novas tecnologias para o meio rádio também serão destaque na SET, com as palestras da presidente da Acert, Carmem Lúcia, e do diretor executivo da CBN Recife, Paulo Fernandes.

Inscrições, informações e programação completa podem ser acessadas no sitehttp://www.set.org.br/events/set-nordeste-2017/

Fonte: ABERT

IP-workflow-connection-diagram-newtek

Implementando uma infra-estrutura de produção híbrida IP / SDI

 

Estamos no início de uma transição de longo prazo para a infra-estrutura baseada em TI e aqueles envolvidos no lado da produção e instalações de vídeo têm pouca experiência com a nova tecnologia, mas, ao contrário, são extremamente experientes usando SDI e todos os problemas associados à sua utilização . Isto, juntamente com um enorme investimento em tecnologia existente, torna provável que uma infra-estrutura híbrida SDI / IP estará em vigor por alguns anos.

Como tal, instalações de produção vai exigir equipamentos que possam operar de forma transparente e confiável em um ambiente híbrido. E porque uma rede de produção de transmissão ao vivo é inteiramente dependente de uma referência estável e qualquer sincronização e dispositivos de sincronização “deve funcionar”.

Em geral, quando se refere ao vídeo sobre IP no contexto de qualquer fluxo de trabalho de produção de vídeo, o foco está na distribuição de banda base ou de vídeo ligeiramente comprimido sobre o protocolo de tempo real ou RTP. Em um ambiente de produção ao vivo, é fundamental considerar sincronização e cronometragem. A natureza assíncrona do IP permite muitos tipos de tráfego diferentes sem preocupações de sincronização, mas isso representa um desafio em um ambiente de produção em que a sincronização é crítica para a comutação de precisão de quadro e o processamento de vídeo síncrono.

 

ATINGIR O GENLOCK

O “genlock” necessário para redes IP e Ethernet é alcançado usando IEEE 1588-2008, ou PTP (Precision Time Protocol) v2. Esta é também a base de um padrão SMPTE PTP recentemente introduzido, especificamente destinado ao sincronismo e sincronização de vídeo transmitido através de redes RTP. Embora a PTP forneça um mecanismo para sincronizar os relógios de tempo real de dispositivos em uma rede baseada em Ethernet, ela não torna a própria rede síncrona.

A adoção de vídeo sobre IP e a utilização de PTP significam que um servidor de tempo de rede é necessário para fornecer funcionalidade genlock PTP equivalente àquela fornecida por um gerador de pulso de sincronização (SPG) em redes SDI.

Qualquer agrupamento de relógios sincronizados é referido como um domínio PTP. O servidor de tempo de rede PTP é chamado um PTP grandmaster, com um dispositivo que deriva sua sincronização de tempo de PTP referido como um slave PTP. Um mestre fornece o tempo em um determinado domínio PTP e um slave é um dispositivo que se sincroniza com um mestre. Um grandmaster é a fonte final da sincronização do pulso de disparo.

Para aplicações de broadcast, os grandmasters de PTP são geralmente sincronizados a GPS, GLONASS ou ambos, a fim derivar o timecode exato usando o 1970 Epoch. Para habilitar o suporte a equipamentos herdados, o GPP híbrido PTP e o equipamento SDI SPG estão agora disponíveis nesse mercado que podem fase de saída de tempo de banda base em relação às datas de Época de 1970 ou 1958.

 

SUPERANDO O ATRASO DA REDE

Conforme definido, PTP é um método para distribuir o tempo em uma rede, com um único mestre que fornece a fonte de tempo, para sincronizar um ou mais slaves. Em um mundo ideal, o atraso da rede poderia ser programado em cada slave, que poderia então ser deslocado para o tempo no pacote recebido para derivar o tempo correto. Tal simetria só pode ser invocada em links IP ponto-a-ponto. Infelizmente, o atraso nas redes IP comutadas / encaminhadas é tanto variável como assimétricas, pelo que os dispositivos slaves devem enviar periodicamente mensagens de pedido de atraso ao grandmaster. O grandmaster corretamente carimba essas mensagens no recebimento e o tempo de recebimento é enviado de volta para o slave em uma mensagem de resposta de atraso.

Conforme ilustrado na Fig. 1, o slave é agora capaz de calcular a diferença entre seu próprio relógio e o do mestre usando o atraso de pacote de sincronização de mestre a slave (T2-T1) e o atraso de pacote de solicitação de atraso de slave ao mestre (T4-T3 ). O offset (tempo slave – tempo mestre) = [(T2-T1) – (T4-T3)] / 2 e o retardo de uma via = [(T2-T1) + (T4-T3)] / 2. Para que o tempo de slave esteja agora correto, o atraso de propagação em ambas as direções deve ser igual.

Se o atraso de propagação em ambas as direções for de fato diferente, então o slave é deslocado para “correto”, ajustando seu relógio para um valor de metade da assimetria. O loop de controle do relógio ajusta o tempo de slave para fazer com que os atrasos de propagação de mestre-slave e slave-mestre pareçam iguais. Ou seja, o loop de controle ajusta o tempo de slave tal que T2-T1 = T4-T3.

 

TIPOS DE RELÓGIOS PTP

É vital que os comutadores e roteadores em qualquer rede de vídeo IP que dependa da PTP para sincronização estejam “cientes da PTP” e capazes de ter em conta o seu próprio atraso na fila para garantir a precisão de sincronização a jusante. Isso pode ser conseguido de duas maneiras. O primeiro é pelo switch que atua como um relógio transparente que hardware tempo carimbar sincronização e mensagens de pedido de atraso na chegada e partida e adiciona a diferença para um campo de correção na mensagem.

A segunda maneira para que um switch ou roteador conta para seu próprio atraso de fila é agir como um clock de limite, que recebe tempo de um mestre em uma porta slave  e fornece uma ou mais portas mestre (não grandmaster) para slaves downstream em um PTP Domínio e, ao fazê-lo, remove o efeito de sua própria fila.

 

PLANEJANDO À FRENTE

Para aplicações de difusão IP / SDI híbridas, é essencial que o PTM grandmaster forneça suporte para perfis PTP de vídeo e áudio específicos de aplicativos, como SMPTE 2059 e AES67, bem como recursos SPG tradicionais, incluindo black burst, tri-level e SDI out. Todos os protocolos acima devem ser referenciados ao mesmo relógio GPS, ou uma rede híbrida IP / SDI seria inoperável.

 

Por Paul Robinson

 

SET-NORDESTE-2017

SET Nordeste detalha o primeiro estúdio IP do país

O primeiro estúdio em IP do Brasil, seus protocolos e padronizações, serão detalhados ao público durante o SET Nordeste, na próxima semana, em Fortaleza (CE). O painel irá levar uma visão geral sobre o projeto que vem sendo desenvolvido na sede da Rede Globo de Recife, além de detalhar sobre o que é o sistema IP, e a infraestrutura necessária para a sua adoção.

“Esse processo consiste em trocar todo o core da emissora (normalmente a matriz central, onde se é trafegado sinais de áudio e vídeo) por uma matriz IP na qual iremos trafegar esses sinais, por meio de uma rede de altíssima velocidade”, explicou a moderadora do painel e gerente sênior de Tecnologia da TV Globo Recife, Carolina Duca.

Carolina faz parte da equipe quem vem trabalhando no primeiro estúdio em IP no país. “A experiência vem sendo muito boa e desafiadora. Além da tecnologia, existe também o desafio do modelo operacional de nossas equipes para suportar esse novo conceito, e por isso a capacitação em redes passa a ser fundamental”, contextualiza.

O modelo IP irá permitir que as emissoras evoluam para novos formatos de transmissão, como por exemplo 4K e 8K. “O que estamos fazendo é preparando uma infraestrutura extremamente robusta para que isso aconteça”, finaliza a gerente.

O painel será realizado na quarta-feira, 17 de maio, às 19h15. André Altieri, gerente de contas sênior da Cisco, será o convidado para debater o assunto.

 

Fonte: SET

SET-NORDESTE

Switch-off do Nordeste será discutido em seminário da SET

O SET Nordeste deste ano abordará o processo do switch-off analógico pelo qual o Brasil passa desde o final do ano passado e agora, chega ao Nordeste, em 26 de julho. O assunto será discutido em dois momentos, em um painel com as observações da Anatel sobre o processo, e um da SET, sob a coordenação do Grupo de Switch-off.

O primeiro deles acontecerá na quarta-feira (17), às 10h30, com o lançamento para jornalistas da campanha de comunicação do desligamento no Nordeste. A ação é realizada em parceria com a ABERT e com a ACERT, e conta com a participação da Seja Digital. Ação semelhante foi realizada em São Paulo, e você confere o registro da SET aqui.

O segundo momento será às 14h30, em um painel conduzido pelo diretor regional da SET no Nordeste, Esdras Miranda. De acordo com o coordenador do Grupo de Trabalho de Switch-Off da SET, Rafael Leal, o painel terá como objetivo promover um debate para esclarecer as principais dúvidas de profissionais e engenheiros das emissoras de TV sobre o assunto. “Serão abordados temas a respeito de como se preparar para os desligamentos da TV analógica e remanejamentos, com a visão de quem como e quando será impactado. Para concluir o painel, será apresentado uma visão do que acontecerá quando as operações do 4G/LTE se iniciarem na faixa de 700 MHz”, explicou.

“Tenho certeza que o painel será muito interessante para os participantes do congresso. O desligamento do sinal analógico já aconteceu em algumas regiões do Brasil e, a partir de julho, acontecerá nas primeiras cidades nordestinas. O encontro servirá para conscientização e difusão das informações para os profissionais das emissoras. Devemos sempre aproveitar oportunidades como estas para compartilharmos experiências sobre os principais pontos que envolvem um processo tão amplo e complexo que é o desligamento de uma grande região. A SET tem trabalhado constantemente na divulgação dos assuntos relacionados aos desligamentos da TV analógica e chegou a vez falarmos com o Nordeste”, declara Rafael.

Confira o cronograma do desligamento no Nordeste:

Data do desligamento: 26/07/2017

Agrupamento Salvador/BA – Municípios do Estado da Bahia: Aratuípe, Cairu, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Jaguaripe, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Maragogipe, Nazaré, Salinas da Margarida, Salvador, Santo Amaro, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Saubara, Simões Filho, Terra Nova e Vera Cruz.

Agrupamento Fortaleza/CE – Municípios do Estado do Ceará: Aquiraz, Beberibe, Cascavel, Caucaia, Eusébio, Fortaleza, Guaiúba, Horizonte, Itaitinga, Maracanaú, Maranguape, Pacajus, Pacatuba, Pindoretama e São Gonçalo do Amarante.

Agrupamento Juazeiro do Norte/CE – Municípios do Estado do Ceará: Barbalha, Caririaçu, Crato, Juazeiro do Norte e Missão Velha.

Agrupamento Sobral/CE – Municípios do Estado do Ceará: Forquilha, Massapê, Santana do Acaraú e Sobral.

Agrupamento Recife/PE – Municípios do Estado de Pernambuco: Abreu e Lima, Ara- çoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Recife e São Lourenço da Mata.

 

Fonte: SET

premiação-grass-valley-NAB-2017

Produtos da Grass Valley foram premiados por especialistas na NAB 2017

Placa de processamento modular e estação base receberam prêmios do NewBay’s Broadcast & Video Group

A placa de processamento modular Densité UHD-3901-UC e a estação base XCU Universe UXF da Grass Valley foram premiada com o NewBay’s Media Best of Show Awards durante a NAB 2017.O prêmio, de responsabilidade do NewBay’s Broadcast & Video Group, tem como jurados um painel de engenheiros e especialistas da indústria audiovisual que elegem as melhores soluções e equipamentos com base na inovação, recursos, custo-benefício e performance. A companhia é responsável por diversas publicações impressas e digitais, incluindo a TV Technology, Digital Video, Sound & Video Contractor e Government Video.

A fim de suportar a mistura de conteúdos HDR e SDR, a placa de processamento modular Densité UHD-3901-UC pode acomodar a adoção gradual de elementos de produção HD para os fluxos de trabalho de broadcast em UHD, protegendo o investimento em equipamentos instalados com um modelo de conversão SDR para HDR e de HD a 4K/UHD. Quando os estúdios broadcast atualizam para 4K/UHD, esse novo módulo de conversão permite que os equipamentos instalados sejam usados e integrados a fluxos de trabalho mais avançados.

Já a estação base XCU Universe UXF suportam as exigências de banda estendida das câmeras de séries LDX 86 and LDX 86N com velocidade de operação até seis vezes maior, capacidade de 4K e 15F-stops de HDR. O novo XCU proporciona grande flexibilidade com capacidade de saída para qualquer formato de vídeo IP (incluindo TR-03, TR-04 e o novo padrão ST 2110) ou SDI.

 

Fonte: Panorama Audiovisual

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YouTube pretende fazer 40 programas em 2018

O YouTube é a maior plataforma de vídeos do mundo e não deixa de aproveitar a sua base gigantesca de usuários para criar conteúdo proprietário pago para assinantes. No último ano, o serviço produziu 30 programas no Red, mas a meta é aumentar esse número para 40 em 2018. A parte boa é que, dessa vez, pelo menos 6 deles serão gratuitos.

As informações vêm do Bloomberg, que também mencionou que nomes de peso devem aparecer em shows do YouTube ainda neste ano, como Ellen DeGeneres, Kevin Hart e a dupla de comediantes Rhett e Link. O anúncio oficial deve ocorrer em breve em um evento para os investidores.

De acordo com o site, uma pessoa próxima da indústria disse que pela primeira vez a Google investirá milhões de dólares para produzir séries e até mesmo filmes, algo que marca a primeira uma iniciativa em utilizar a plataforma de vídeos para conteúdos pagos. O grande objetivo da Gigante das Buscas, segundo rumores, é convencer os investidores da TV a migrarem para a plataforma online, transferindo cada vez mais a audiência da televisão convencional.
Contudo, acontecimentos recentes fizeram o YouTube perder parte dos investidores devido à uma polêmica, que você pode conferir melhor neste link. Mesmo com perdas, o serviço de vídeos da Google já arrecadou mais de US$ 21 milhões em publicidade apenas no primeiro trimestre, um número que é maior que a indústria da TV.

O foco agora é investir no YouTube Red, trazendo programas que custarão de US$ 3 a US$ 6 milhões por hora, orçamento bem parecido com o da HBO e do Showtime. Por enquanto, é um pouco incerto chutar onde o YouTube quer chegar, mas uma coisa é certa: ela está brigando com os grandes e pode se tornar algo bem diferente no futuro e competir com outras indústrias além da internet – coisa que já faz por tabela e quase sem esforço atualmente.

Fonte: Tecmundo

 

8k-UHDTV

É hora de pensar em 8K?

Nos últimos anos, a indústria de vídeo tem vindo a promover a 4K ea inclusão de “HDR” (alta gama dinâmica) para impulsionar a dinâmica da cor. Agora, à medida que a indústria migra para o formato de maior resolução, o 8K está começando a surgir, fazendo alguns se perguntando se 4K é simplesmente uma “ponte” de curto prazo para 8K.

Empresas como a Ikegami, a Hitachi e a RED têm exibido câmeras de 8K em feiras de indústria em todo o mundo durante a última década. Você pode até obter um gerador de teste de 8K da For-A (ESG-8000) e outras empresas estão se preparando para 8K, incluindo Nippon Control Systems, NEC, JVC e Canon, entre outros. No Salão NAB deste ano, a Ikegami lançou sua nova Câmera Portátil 8K de 2/3-polegadas e exibirá seu monitor SHLM-5510W de 55 polegadas e 8K e a Hitachi apresentará sua câmera SK-UHD8000. A Sony está também envolvida no desenvolvimento da 8K como membro do NexTV-F, uma iniciativa de avanço tecnológico apoiada pelo governo japonês, da qual a emissora japonesa NHK e outros, como o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da BBC, com os Serviços Olímpicos de Radiodifusão (OBS) Desempenhou um papel importante. O vídeo de Ross tem trabalhado com 12G assim que seu roteador de Ultrix pode segurar realmente 8K quando é tratado como um “quad-ligação 12G,” eo switcher de Acuity de Ross pode atualmente mudar 8K ao usar “o barramento segue” (significando o “strapping” de múltiplo Entradas para usar como um). O presidente da Ross, David Ross, diz que a empresa 12G DA’s pode ser usada para quad-link 12G para lidar com a largura de banda total de uma imagem 48G 8K descompactada.
Do lado do consumidor, os monitores de consumo de 8K da LG, Samsung e Hisense foram mostrados no chão de exposição da CES nos últimos dois anos e, em termos de câmeras, a Canon produz DSLR de até 50 Megapixels, o que pode produzir imagens melhores que 8K. Embora atualmente a câmera só oferece gravação 4K).

O ESTADO ATUAL DE 8K

Antes de entender o desenvolvimento de 8K precisamos entender o status atual de 4K. Câmeras estão disponíveis hoje e os fabricantes ainda estão empurrando diferentes métodos de entrega de IP para coaxial 12G. Switchers estão lidando com 4K usando quatro canais HD (quad-link 3G) para fornecer a largura de banda necessária para lidar com 12G. E sobre qualquer outra peça de equipamento necessária para gravar ou produzir está lá fora ou mostrando no NAB Show deste ano. O interesse em 4K está aumentando fora da arena da transmissão, de acordo com Sean Moran, diretor de operações da Hitachi Kokusai Electric America Inc. “Os pedidos de 4K estão acima de casas de culto e os mercados esportivos e estadiamento”, disse ele. “Temos interesse atual de ligas de esportes profissionais no 8k, mas eles estão apenas explorando neste momento.”
De acordo com Ross “temos muitos produtos que podem fazer 8K tão mal quanto todos os outros, e em vários casos muito melhor. Por que mal? Porque a maioria dos trabalhos de hoje é feito com 16 link 3G. Temos um conjunto completo de produtos 3G. A melhor solução é quad link 12G. Uma vez que Ross é um líder em 12G temos uma história melhor para 8K do que a maioria. ”
Em termos de resolução, 8K é 16 vezes mais nítida do que 1080p HD. Embora não haja termo de marketing para 8K nos Estados Unidos, (como UHD para 4K), no Japão, a NHK adotou o moniker “Super Hi-Vision” (SHV) para o formato de alta resolução. Diferentemente da diferença entre 4K e UHD – onde há uma ligeira variação na resolução com 4K sendo algo mais próximo de uma imagem de 17.1×9 (4096×2160) e UHD sendo uma 16×9 “transmissão” de imagem (3840×2160) -actualmente 8K SHV mantém o padrão 16: 9, com resolução de 7680×4320 em aproximadamente 33 Megapixels.

Além desta resolução maciça, SHV apresenta um sistema de som multicanal 22.2 composto de três camadas verticais de alto-falantes. O raciocínio por trás disso é que 22,2 canais podem fornecer o caminho de crescimento para o futuro do surround, bem como fornecer o áudio em várias línguas simultâneas que, de acordo com o escritor técnico Robert Silva, LifeWire, poderia fazer uma transmissão universal universal possível. A NHK, que assumiu a liderança nos testes de desenvolvimento, já está filmando eventos nos EUA, incluindo jogos de Major League Baseball e Super Bowl. No verão passado, a NHK cobriu os Jogos do Rio no Brasil usando duas unidades móveis de 8K usando as câmeras SHK-810 da Ikegami, de acordo com Alan Keil, vice-presidente e diretor de engenharia da Ikegami. Em três anos, de acordo com NHK, a rede planeja transmitir os Jogos Olímpicos de 2020 de Tóquio em 8K cheio para audiências ao vivo em todo o mundo.
“A NHK estava visando 2020 para o início comercial de 8K”, disse Keil. “Mais recentemente eles puxaram para a frente um par de anos, eu suspeito em um esforço para persuadir o mercado que eles devem esperar por 8K em vez de um 4K provisório. Acho que neste momento eles podem ter admitido que esta estratégia não funcionou realmente. Talvez voltemos a 2020. ”

 

LIMITAÇÕES DE BANDA
Como 4K, a principal preocupação sobre 8K inclui largura de banda. Devido à alta taxa de bits e grandes requisitos de largura de banda, parece que a compressão inicial de sinais pode ser necessária. Isso ocorre porque a taxa de dados de 8K está em 48 Gbps como uncompressed, mas algo sobre a metade dessa taxa deve ser possível em um formato de compactação ainda a ser determinado. Se 8K é comprimido, isso ainda é cerca de duas vezes os dados de 4K (descompactado em um 12G completo). 8K descompactado é, naturalmente, significativamente maior na largura de banda; Este um monte de dados a serem movidos e armazenados. Uma maneira fabricantes estão lidando com essa enorme largura de banda de 8K é com 16 cabos coaxiais, cada um carregando 3G. E como 4K usando quatro cabos 3G, 8K pode usar quatro cabos coaxiais 12G. Isso está no início do desenvolvimento de 8K, então o cabeamento atual está longe de ser finalizado com qualquer solução de cabeamento particular (seja IP, descompactado, comprimido, coaxial ou algum novo portador desconhecido).
À medida que a tecnologia de vídeo se desenvolve e migra de HD para 4K e, finalmente, para 8K, pode-se supor que a maior resolução excederá as necessidades do visualizador doméstico típico; Chega o ponto em que uma resolução mais alta não é aparente (ou menos aparente) até que a imagem real exibida esteja muito acima do tamanho de tela médio existente de cerca de 65 polegadas (para uma TV de consumo). 8K fará o maior impacto em grandes exibições local de teatros digitais para estádios exposições exposição pública onde a tela poderia facilmente exceder 50 pés ou mesmo 100 pés.
A preocupação com a produção termina com 8K (como se torna aparente com 4K), é a quantidade de espaço necessário para armazenar tantos dados. No típico ambiente de produção de “estilo TV”, iso-gravação de cinco câmeras em 8K, além do programa (“limpo e sujo”) constitui uma enorme quantidade de dados e armazenamento. Para HD era desafiador, e 4K era difícil; Mas em “cinema estilo” produção com uma única câmera ou mesmo apenas uma produção de duas câmeras, 8K é mais gerenciável. O tamanho e o custo do armazenamento devem ser considerados quando se trata de produção e 8K custos de aquisição de vídeo estão diretamente associados com a quantidade de espaço necessário para armazenar, o que também requer um gerenciamento cuidadoso dos ativos.

8K como um formato de TV de transmissão é muito improvável no futuro próximo como largura de banda está ficando mais precioso eo espectro continua a encolher. Embora ATSC 3.0 acomoda 4K, ainda levará vários anos para o padrão para implantar; Enquanto que os provedores de cabo e satélite também reconhecem a vasta quantidade de espaço de banda e dados necessários. Mesmo utilizando um sistema estritamente baseado em IP requer não apenas grande largura de banda, mas extremamente confiável throughput para visualização ao vivo (embora para 8K reprodução de material gravado anteriormente, você tem o luxo de largura de banda reduzida enquanto seu material é baixado). Apesar destas preocupações, os japoneses continuam a avançar com a produção necessária e equipamentos de consumo para 8K com o objetivo de um 8K 2020 Jogos Olímpicos de Tóquio, então, talvez agora é a hora de pensar em 8K.

 

Fonte: TV Technology

Ki Pro Ultra Plus

AJA lança gravador de vídeo com 4 canais HD simultâneos

O Ki Pro Ultra Plus é compacto, possui capacidade de gravação 4K/Ultra HD e suporte para diversas opções de entradas e saídas de vídeo

 A AJA anunciou o Ki Pro Ultra Plus, novo gravador de vídeo que pode gravar até 4 canais HD simultaneamente com até 1080 50/60p e HDMI 2.0 (até 12 bits de captura e saída). O lançamento é ideal para gravações no modo multicanais HD e gravação 4K/Ultra HD e playback em modo de canal simples.Com medida de 2RU, o equipamento possui diversas opções de conectividade de entradas e saídas incluindo 3G-SDI, HDMI 2.0 e conexões de fibra opcionais. Ele é capaz de capturar vídeo nítido HD e 4K/Ultra HD e aceita diversos codecs de produção como Apple ProRes e Avid DNxHD MXF.

Quatro canais HD podem ser gravados simultaneamente como arquivos Apple ProRes, cada um com perfis de compressão diferentes para um SSD de mídia Pak 1000 da AJA. Também está inclusa a tecnologia Ki Protect, que garante que no caso de queda de energia ou em uma retirada indevida do drive Pak, os arquivos gravados recenetemente continuem seguros. Os quatro canais podem ser exibidos em uma tela LCD da Ki Pro Plus como um quad-split durante a captura para um monitoramento mais confiável, assim como a capacidade de saída por HDMI, SDI e até pela interface do usuário por meio do navegador durante a captura.

“O diferencial do Ki Pro Ultra Plus é a combinação da gravação de multicanais HD, gravação e playback 4K, suporte HDMI 2.0 completo, interface do usuário na web para controle e configuração e a proteção Ki para todas as produções”, explica o presidente da AJA, Nick Rashby.

 

Fonte: Panorama Audiovisual

transmissão-online-cresce-no-País

Esportes na internet: transmissão online cresce no País

Com a redução do espaço na TV, Facebook e YouTube se tornam alternativa para diversas modalidades

A transmissão do clássico entre Atlético-PR e Coritiba pelo YouTube e pelo Facebook no dia 1.º de março foi só a chegada, ao futebol brasileiro, de um novo momento que já atinge vários esportes no País. Os jogos exibidos em streaming chegaram no mês passado à Superliga de Vôlei e crescem de forma exponencial no Novo Basquete Brasil (NBB) e na Liga de Basquete Feminino (LBF). As confederações de atletismo e natação também apostam no aumento das transmissões online numa época em que o espaço para as modalidades olímpicas na TV está em queda.

O vôlei teve a transição mais radical. Em 8 de fevereiro, quando nenhum jogo foi transmitido pela tevê, o Sesi planejava exibir online o seu jogo com o Montes Claros. Foi impedido e o campeão olímpico Murilo reagiu no Twitter à proibição: “Os próprios patrocinadores deveriam questionar essa proibição da CBV, porque estão perdendo exposição de suas marcas”.

O caso ganhou repercussão e a CBV agiu rápido: 15 dias depois, transmitia pela primeira vez uma partida no Facebook. O duelo entre Vôlei Nestlé e Praia Clube foi assistido por 103 mil pessoas, com pico de audiência de 5.452 espectadores. Desde então, em duas semanas, foram cinco partidas exibidas.

Fonte: Estadão Esportes

DRONES---ANAC

Anac publica norma com regulamentação para o uso de drones no país

Regulamentação da Anac traz necessidade de licença e habilitação para pilotos além da necessidade de cadastro da aeronave de acordo com o modelo

 A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nessa terça-feira (02), uma regulamentação específica para a utilização do uso de aeromodelos e de aeronaves remotamente pilotadas (ARP), os drones, que visa trazer segurança e promover um desenvolvimento seguro para o setor. A norma deve ser publicada ainda nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.A norma exige, por exemplo, que o usuário de um drone precisa de uma licença ou habilitação de um órgão governamental para operar equipamentos com mais de 25 quilos. Além disso, também é exigido que os equipamentos estejam voando a uma altura de pelo menos 30 metros horizontais sob responsabilidade total do operador.

Também será preciso de autorização quem quiser pilotar um drone de qualquer peso ou tamanho acima da altura de 121 metros (400 pés). Para drones abaixo dessa altura e com menos de 25 quilos, será necessário realizar um cadastro no site da Anac com informações sobre o operador e o equipamento, enquanto os pilotos de aeronaves com menos de 250 gramas não precisam realizar nenhum procedimento.

Já as aeronaves com mais de 150 quilos precisam passar por um processo de certificação semelhante ao de modelos tripulados. Todos os drones acima de 25kg também precisarão estar registrados no Registro Aeronáutico Brasileiro e seus pilotos precisam de uma licença e habilitação especial emitida pela Anac.

A regulamentação levou em conta as normas exigidas por órgãos como o Federal Aviation Administration (FAA), Civil Aviation Safety Authority (CASA) e European Aviation Safety Agency (EASA), reguladores dos Estados Unidos, Austrália e da União Europeia, respectivamente.

A partir de agora, as operações de aeronaves não tripuladas (de uso recreativo, corporativo, comercial ou experimental) devem seguir as novas regras da ANAC, que são complementares aos normativos de outros órgãos públicos como o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

A norma também traz regulamentações em relação a documentos, transporte de cargas, fiscalização, penalidades previstas, entre outros temas. O documento completo pode ser acessado aqui.

 

Fonte: Panorama Audiovisual


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